Exploração do espaço e o despertar para preservação ambiental: A singularidade do planeta azul



No último dia 12 de julho, otelescópio James Webb da NASA começou oficialmente as operações para enviar registros mais detalhados de Júpiter, detalhes de várias nebulosas e outras galáxias que até então o telescópio Hubble fazia com menor nitidez, porque ele capta a luz visível e ultravioleta. James Webb foi lançado em dezembro de 2021 e agora revoluciona a captura de imagens do universo, uma vez que ele captura o espectro do infravermelho, algo que o olho humano não consegue fazer. Aí está a diferença na nitidez das imagens.


Mas você deve estar se perguntando: o que o James Webb tem a ver com a construção civil, sustentabilidade e meio ambiente: os principais assuntos deste blog?

A corrida espacial a cada dia busca mais alternativas para a exploração e tentativas de “colonização” de outros planetas. James Webb está mostrando ao planeta Terra estrelas e planetas a milhões de quilômetros no espaço. O início de tudo se deu com o lançamento do Sputnik (o primeiro satélite artificial) em 4 de outubro de 1957. Ele foi monitorado pelos soviéticos por 21 dias, mas por falta de bateria, parou de funcionar, queimando na atmosfera.


Obviamente, é graças à corrida espacial que temos tecnologia de internet, celulares, TV via satélite, até a utilização de caixas eletrônicos, caso contrário, a história seria bem diferente. Muitos desses avanços talvez nem fossem possíveis.


Resíduo espacias




Além do mais, esse avanço na corrida espacial também gera resíduo (resíduo espacial) que, se não desintegra no espaço, fica em órbita ou cai em terra firme e mares e oceanos. Essa deveria ser uma preocupação ambiental do mundo todo. De acordo com osite ecycle, a Agência Espacial Europeia (ESA) calcula que existam 170 milhões de restos de naves e peças de objetos espaciais de todos os tamanhos na órbita do planeta. Se caírem na superfície da Terra, certamente irão provocar algum tipo de dano. É tudo reciclável? Não!


Assim, já está mais do na hora do ser humano voltar o olhar para o nosso planeta e pensar na preservação do que temos de palpável hoje, na singularidade da Terra? Para nós, seres humanos, a Terra é única. E como é nela que vivemos, precisamos preservá-la para termos um futuro mais agradável, não é verdade?


Muitos dos graves problemas ambientais além do resíduo espacial que “povoa” os mares e oceanos está a exploração ambiental para o setor da construção civil.


A responsabilidade do setor


A construção civil é uma das grandes responsáveis pelo alto consumo de recursos naturais extraídos do planeta. Segundo dados doConselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), o setor é responsável por consumir 75% destes recursos. A entidade estima que o país gera anualmente cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição, o equivalente a 450 kg por pessoa. Esses números provocam grande impacto ambiental no país. Se pensarmos em todo o planeta, o número é infinitamente maior.


Além desses problemas com a geração de resíduos da construção civil (RCCs) que grande parte não vai para a reciclagem mesmo com a utilização de caçambas para o recolhimento, ainda existem problemas com:


- extração ilegal de madeira;


- geração de gases de efeito estufa;


- contaminação do solo por biocidas e metais pesados;


- geração de poeiras e ruídos causadores de erosão do solo;


- desperdício de água e energia.


Mesmo com todos estes problemas trazidos pelo setor, um dos que mais gera postos de trabalho no mundo todo, a construção traz alternativas para contribuir com a preservação do meio ambiente. Por isso é bom pensar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que estão ligados à construção civil.



Mudança de postura para preservação ambiental na construção civil.




Neste blog, já falamos sobre os ODS que são metas definidas para pela ONU para serem cumpridas até 2030.

Diante do grande impacto ambiental causado pela construção civil, o setor tem buscado alternativas sustentáveis para na tentativa de reverter a situação como:


- Fazer construções verdes e sustentáveis, tipo construção modular off-site (construção fora do canteiro de obras), isso diminui material utilizado no próprio canteiro, a quantidade de RCCs, riscos de atrasos e acidentes; agiliza a obra; melhora a integração entre os projetos a serem executados. Uma desvantagem é o transporte. Se a empresa não oferece o transporte, o custo será maior para o proprietário. Assim é preciso rever o projeto.

- Projetos de inclusão para profissionais PCD, equiparação de salários independente de gênero, melhores condições e segurança no trabalho dentro do canteiro de obras; boa saúde física e mental dos colaboradores, oferecer treinamento para melhorar a qualidade do trabalho são alternativas que também podem colaborar para diminuir o impacto ambiental do setor.


À primeira vista isso não provocaria impacto ambiental, mas é o colaborador que vai colocar a “mão na massa” na obra, não é verdade? Se ele se sente feliz no local trabalho vai realmente trabalhar pelo bem comum da empresa e isso reflete em toda a “cadeia” do serviço. A empresa que tem esse pensamento coletivo é zela pelo local de trabalho, você já pensou nisso?


Crie em você a consciência de preservação da vida que temos em nosso Planeta Azul.



A exploração espacial é bem vinda para o desenvolvimento da sociedade, mas é preciso voltar os nossos olhos para a exploração dos recursos naturais do nosso planeta azul. Se não preservamos o meio ambiente, a natureza dá “o troco” com desastres ambientais e problemas climáticos que vão assolando a vida do homem. Uma frase de autor desconhecido diz: “O homem é o único animal que destrói o meio onde vive.” Infelizmente essa é a verdade. E o mais triste dessa frase? A falta de racionalidade humana.

Então, comece a preservar o que temos em nossas mãos: o meio ambiente do nosso planeta. Seja de fato responsável pelo resíduo que você produz e Alugalogo uma caçamba! Nossos parceiros realmente se preocupam com o destino correto dos RCCs da sua obra.


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